sábado, 22 de março de 2014

TEMPO DE AVIVAMENTO

Você sabe o que é Avivamento? Sabe, também, o que ele produz na igreja? Você acha que o Avivamento é necessário hoje para a sua vida? Por fim, você deseja ser avivado?
Então assista a esta mensagem e reflita se você já tem experimentado um Avivamento verdadeiro.


quarta-feira, 5 de março de 2014

ESTE É O ANO DO SENHOR JESUS

Estarei postando alguns vídeos de mensagens que, tenho certeza, irão abençoar a sua vida. Se assim acontecer, compartilhe com os amigos, ok? Deus te abençoe.
Roberto Caputo


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

VOTOS DE CASAMENTO (artigo publicado no blog da Editora Ágape - http://www.editoraagape.com.br/blog/)





Ano novo e mil promessas feitas. Já reparou como em todo final de ano declaramos que no ano seguinte iremos fazer várias coisas que não fizemos no anterior e que não faremos outras tantas que sempre fizemos e continuamos a fazer, entra ano, sai ano?
Então... Assim como as promessas que fazemos sempre nos finais de ano, são as promessas, mais conhecidas como votos, que são feitas nas cerimônias de casamento.
Você é casado? Então, pode me dizer quais foram os votos que fez no dia do seu casamento? Já sei... Sua resposta provavelmente será:
“Ora, eu falei tudo o que o pastor, padre,... disse para eu repetir. Aquelas coisas de: na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, na alegria ou na tristeza, etc, etc...”
Mas, posso dizer uma coisa? Muitos nem se lembram do que disseram naquele dia. Na verdade, em alguns casos, o nível de emoção é tão alto que alguns nem percebem exatamente o que está acontecendo naqueles minutos durante a cerimônia. Parece que estavam anestesiados por um tempo.
Agora pense: por que os noivos fazem votos na cerimônia de casamento? Será que é mesmo necessário afirmar diante de todos e, principalmente, diante do(a) amado(a) o que eles sentem e como pretendem agir com o outro durante a vida conjugal?
Sinceramente, quantos maridos e esposas, após alguns anos de união, em momentos difíceis, lembram-se dos votos que fizeram no altar?
A título de conhecimento, gostaria de trazer a informação de quando surgiram os votos na história do casamento.

A origem da troca de votos pode ser encontrada no “Livro de Oração Comum”, publicado em1549. Sob o acordo de união do casal, a Igreja da Inglaterra costumava oferecê-los uma escolha. Eles podiam prometer um ao outro “amar e respeita-lo” ou, como alternativa, o noivo prometia “amar, respeitar e idolatrar” a noiva, enquanto esta prometia “amar, respeitar e obedecer”.
Séculos mais tarde, apenas em 1922, a Igreja Episcopal votou pela remoção do termo “obedecer” nos votos da noiva. Hoje em dia é mais uma demonstração de afeto e respeito do que uma exigência legal, digamos.

Pois é, fiquei pensando sobre este tema e cheguei à conclusão de que, talvez, os votos nem precisassem ser feitos durante a cerimônia de casamento, se aquilo que normalmente se promete já estivesse sendo vivido entre os noivos antes do casamento.
Quando faço um voto à minha noiva, ou ao meu noivo, de que eu lhe serei fiel, não fica parecendo que até ali eu não o era? Quando prometo que estarei com ela na alegria ou na tristeza, na saúde ou na doença e de que a(o) respeitarei em qualquer situação, não parece que até ali isto ainda não acontecia?
Ora, se em um relacionamento, estes e outros valores são vividos e praticados há muito tempo, então não faz nenhum sentido prometer aquilo que já se faz, aquilo que já se vive.
Entenda que não estou fazendo apologia contra os votos, pelo contrário, acredito que tudo que está contido na maioria dos votos declarados nas cerimônias hoje em dia, é de extrema relevância, mas o que desejo compartilhar aqui é que os bons valores devem brotar desde o início de um relacionamento, mesmo que, por enquanto, não se pense em casamento.
Infelizmente, não são poucos os casais que quando em meio a situações de conflito, não conseguem aplicar nenhum dos votos feitos. Aquela coisa de “prometo amá-lo na alegria ou na tristeza”, parece que se apaga completamente da memória do marido e da mulher.
Quem sabe, num futuro próximo, a gente ouvirá no momento dos votos algo do tipo:
“Meu amor, nesta noite, eu te prometo continuar vivendo e fazendo tudo o que já tenho feito até aqui. Te amo”
E o mais legal é que tanto ela quanto ele saberá do que o outro está falando.
Votos são valores prometidos. Promessas de quem está se comprometendo em cumprir e declarações que asseguram que a união jamais será abalada, seja qual for a circunstância que vier a surgir. Enfim, os votos que você um fez dia, ou fará, trazem como que um fortalecimento na confiança mútua e na expectativa de ambos. 
Mas, e se os votos não forem cumpridos, não se confirmarem quando necessário? Como você acha que o seu cônjuge se sentirá?
Sei, sei... Você é do tipo que diz algo como: Eu já não estou mais na idade de ficar fazendo votinhos ou coisa parecida. Já estamos muitos velhos para este tipo de coisa.
Se este é o seu pensamento, então me responda: Qual a validade do amor? Por quanto tempo o amor pode durar entre um casal? Você deseja saber a resposta a esta pergunta? Então sugiro que você vá a um velório de uma senhora bem idosa. Uma mulher que tenha em torno dos seus 80 anos de idade. Mas ao chegar lá, o importante não é se dirigir ao caixão, mas que você observe o viúvo, ou seja, o homem com quem ela viveu, provavelmente, os últimos 60 anos.
Olhe para ele e sinta todo o seu sofrimento com esta perda. Se conseguir, ouça as suas palavras pouco antes de fecharem o caixão, pois certamente você irá ouvir uma profunda declaração de amor feita por um homem velho.
“Ah, minha querida, se ao menos eu tivesse dito mais vezes o quanto eu te amo. Se eu tivesse te levado mais para jantar fora, passear, ir a um cinema ou viajarmos. Se parasse para te dar mais atenção, em vez de ficar o tempo todo olhando para a televisão.”
Talvez você escute também algumas lamentações e alguns “se”. Algo do tipo:
Quanto tempo o amor pode durar?
Saiba querido leitor, que os votos do seu casamento devem estar dentro de você, no seu coração, e não numa folha qualquer de papel para ser lida no dia do casamento e depois ser jogada fora ou guardada dentro de uma caixa como uma relíquia preciosa, mas que nunca mais será manuseada.
Sabe de onde a sua esposa, ou o seu marido, deve ouvir os seus votos conjugais, e isto durante todos os dias de sua vida conjugal? Dos seus olhos e não de seus lábios, porque, normalmente, os olhos transbordam e denunciam tudo o que está dentro da alma.
Conheço muitas mulheres que reclamam porque seus maridos não lhes dizem mais que as amam, mas, na verdade, isto é o que os seus olhos deveriam estar declarando a cada momento que eles se olhassem.
Os votos conjugais são importantes, concordo, mas se forem ditos apenas com os lábios e não com os olhos, não com a alma, para que servem?
Se você é casado, tenho uma boa notícia pra você. Não é necessário esperar a comemoração das próximas bodas, sejam elas de quantos anos forem, para que você possa renovar os seus votos diante de sua esposa. Na verdade, isto pode ser feito hoje mesmo, até mesmo na hora da janta. Basta olhar diretamente nos olhos e deixar o seu coração transbordar.
Na verdade, sempre é momento de renovarmos os votos que fizemos ou até mesmo fazermos novos votos, trazendo novidades ao casamento.
Não são os votos que fazemos que trazem segurança ao casamento, mas aquilo que o nosso cônjuge consegue receber de nós durante os dias de nossa convivência.
Para concluir, se os seus votos foram sinceros, que bom, então que o poder das palavras que foram ditas naquele dia, por seus lábios e por seus olhos, fortaleça o seu casamento cada vez mais.

Talvez você nunca tenha tido a oportunidade de fazer qualquer tipo de voto para a pessoa com quem se casou. Então desejo lhe apresentar este texto de Mario Quintana que pode, perfeitamente, se tornar os votos que você nunca fez. 
Por que não? Suas respostas devem ser apenas um sim.
Posso dar só mais uma sugestão? Leiam juntos.



§  Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?

§  Promete saber ser amiga (o) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?

§  Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?

§  Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e, portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?

§  Promete se deixar conhecer?

§  Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?

§  Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?

§  Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?

§  Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com a própria solidão, que casamento nenhum elimina?

§  Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja?

Sendo assim, declaro-os mais que marido e mulher: declaro-os maduros.

Mario Quintana

Deus abençoe o seu casamento.

Roberto Caputo